segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 18 de setembro de 2024
Sinonímias
Rio Pequeno Imirim
Itiruçu Morro Grande
Pau Grande Ibiraçu
Ibitimirim Morro Pequeno
Canoa Grande Igaraçu
Wasú Wasú Wasú
Potira Flor do Campo
Bela Vista Porangaba
Rio Vermelho Ipiranga
Tucuruí Gafanhoto Verde
Habitante das alturas Ibateguara
Araraquara Jabaquara
Kuara Kuara Kuara
Inhanga Rio do Diabo
Rio Bonito Iporanga
Utinga Rio Claro
Pedra Preta Itaúna
Ibiúna Terra Preta
Pedra Branca Itatinga
Itajubá Pedra Amarela
Maracaí Maracaípe Maracanã Maracá Maracá Maracá
Laureatti
sexta-feira, 20 de janeiro de 2023
segunda-feira, 3 de maio de 2021
segunda-feira, 12 de abril de 2021
terça-feira, 23 de julho de 2019
Poesia no CRUSP: o “amor líquido” : qual a diferença entre amor (rendimento) bruto e amor (rendimento) líquido? É uma relação bancária? Segundo Zygmunt Bauman, estamos cientes disso, num grau ou outro. Pelo menos, às vezes, quando, por exemplo, uma catástrofe acontece no CRUSP, torna impossível ignorar as falhas. Portanto, não é uma questão de “abrir os olhos”. O verdadeiro problema é: quem é capaz de fazer o que deve ser feito para evitar o desastre que já podemos prever? O problema não é a nossa falta de conhecimento, mas a falta de um agente capaz de fazer o que o conhecimento nos diz ser necessário fazer, e urgentemente. Por exemplo: estamos todos sem máquina de lavar. E todos estamos conscientes de que os recursos destinados à universidade serão incapazes de sustentar a nossa filosofia e prática de “universidade pública e de QUALIDADE”. Sabemos que esses recursos estão rapidamente se aproximando de serem cortados. Estamos conscientes — mas e daí? Há poucos (ou nenhum) sinais de que, de própria vontade, estamos caminhando para mudar as formas de vida que estão na origem de todos esses problemas. De qualquer forma, não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas.Outro exemplo, ao se conectar o mundo pela internet, as pessoas estariam se desconectando da sua própria realidade. Para Bauman, os contatos online têm uma vantagem sobre os offline: são mais fáceis e menos arriscados e, muita gente acha atraente. Eles tornam mais fácil se conectar e se desconectar. Casos as coisas fiquem “quentes” demais para o conforto, você pode simplesmente desligar, sem necessidade de explicações complexas, sem inventar desculpas, sem censuras ou culpa. Atrás do seu laptop, celular ou iPhone, com fones no ouvido, você pode se cortar fora dos desconfortos do mundo offline. Mas, se você ganha algo, perde alguma coisa. Entre as coisas perdidas estão as habilidades necessárias para estabelecer relações de confiança, as para o que dias que vier, na saúde ou na tristeza, com outras pessoas. Relações cujos encantos você nunca conhece a menos que pratique. O problema é que, quanto mais você busca fugir dos inconvenientes da vida offline, maior será a tendência a se desconectar se conectando à Internet. Sou de uma geração que, por princípio, tínhamos um hóspede na sala. Se uma pessoa ficasse sozinha em um apartamento era questão de assembleia. Hoje não, ocupamos um mundo pautado pelo “agora”, que promete satisfações imediatas e ridiculariza todos os atrasos e esforços a longo prazo de harmonia. Que prefere gatos e cães na sala (que aliás, são lindos!) a lidar com a falta de vagas na moradia de forma solidária. Que privatiza o que é coletivo e se estabelece num apartamento público sozinho(a) e outras lógicas perversas. Sim, sou de meia-idade (estou em meus 40 anos) e, espero, estar envelhecendo, estar mais envelhecido e menos envilecido. Talvez esse seja um dos desafios da vida. Menos envilecimento e mais envelhecimento. Envelhecer nesse amor, amor à poesia. Bauman coloca " Vivemos em tempos líquidos. Nada é pra durar", eu vos direi no entanto: "onde houver nada, nada permaneça, nada permaneça como antes!" E se vc leu até o fim essa mensagem ainda há esperança.
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